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Medicamentos genéricos, sem o marketing

Quatro guias em linguagem simples, construídos a partir de fontes reguladoras primárias — a FDA norte-americana, a Agência Europeia de Medicamentos e a Organização Mundial da Saúde. Aqui nada é vendido.

Um medicamento genérico contém o mesmo princípio ativo, na mesma dosagem e forma farmacêutica, de um medicamento já aprovado anteriormente. Não é uma cópia vendida por confiança: antes de chegar à prateleira de uma farmácia, o fabricante tem de provar a uma autoridade reguladora que o organismo o absorve praticamente da mesma forma que o produto original.

Isto está bem documentado. Muito menos claro para a maioria das pessoas é tudo o que envolve o medicamento — que sites são realmente farmácias licenciadas, o que uma farmácia legítima é obrigada a pedir-lhe, e quais os sinais de alerta que indicam de forma fiável uma operação de contrafação. A OMS estima que cerca de 1 em cada 10 produtos médicos em países de baixo e médio rendimento é subpadrão ou falsificado, e os sites não licenciados são um canal importante para esses produtos.

Os quatro guias principais

Perguntas frequentes

Os medicamentos genéricos são menos eficazes do que os de marca?

Não. Para ser aprovado, um genérico tem de demonstrar bioequivalência em relação ao produto de referência. A FDA afirma que um genérico "funciona da mesma forma e proporciona o mesmo benefício clínico que a sua versão de marca".

Por que motivo os genéricos são tão mais baratos?

O fabricante do genérico não repete o programa original de desenvolvimento clínico e, quando vários genéricos da mesma molécula entram em concorrência, os preços descem ainda mais. A FDA relata que os genéricos custam tipicamente muito menos do que a marca, e a diferença aumenta à medida que mais concorrentes entram no mercado.

Este site vende medicamentos?

Não. Não há produtos, nem links de afiliados para farmácias, nem comparações de preços. É apenas um recurso de referência.

Fontes